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Outubro será o mês de Caim

Em Outubro sairá CAIM, o novo título de José Saramago.

A partir do dia 15 de outubro estarão disponíveis as edições em português, castelhano e catalão de CAIM, permitindo que os leitores da América Latina e da Península Ibérica possam ter acesso ao livro em simultâneo.

A apresentação do livro terá lugar no domingo, 18 de outubro, pelas 21.30 Horas, no Museu Municipal de Penafiel, Portugal, integrado na 2.ª edição do Encontro Literário "Escritaria".

Caim, em Portugal será editado pela Caminho, no Brasil pela Companhia das Letras, na Catalunha pela Edicions 62 e em castelhano, para a Espanha e América Latina, pela Alfaguara.

 

 

Caros amigos,

Saramago escreveu outro livro. O seu título é “Caim”, e Caim é um dos protagonistas principais. Outro é Deus, outro ainda é a humanidade nas suas diferentes expressões. Neste livro, tal como nos anteriores, “O Evangelho segundo Jesus Cristo”, por exemplo, o autor não recua diante de nada nem procura subterfúgios no momento de abordar o que, durante milénios, em todas as culturas e civilizações foi considerado intocável e não nomeável: a divindade e o conjunto de normas e preceitos que os homens estabelecem em torno a essa figura para exigir a si mesmos - ou talvez fosse melhor dizer para exigir a outros - uma fé inquebrantável e absoluta, em que tudo se justifica, desde negar-se a si mesmo até à extenuação, ou morrer oferecido em sacrifício, ou matar em nome de Deus.

Caim não é um tratado de teologia, nem um ensaio, nem um ajuste de contas: é uma ficção em que Saramago põe à prova a sua capacidade narrativa ao contar, no seu peculiar estilo, uma história de que todos conhecemos a música e alguns fragmentos da letra. Pois bem, com a cabeça alta, que é como há que enfrentar o poder, sem medos nem respeitos excessivos, José Saramago escreveu um livro que não nos vai deixar indiferentes, que provocará nos leitores desconcerto e talvez alguma angústia, porém, amigos, a grande literatura está aí para cravar-se em nós como um punhal na barriga, não para nos adormecer como se estivéssemos num opiário e o mundo fosse pura fantasia. Este livro agarra-nos, digo-o porque o li, sacode-nos, faz-nos pensar: aposto que quando o terminardes, quando fizerdes o gesto de o fechar sobre os joelhos, olhareis o infinito, ou cada qual o seu próprio interior, soltareis um uff que vos sairá da alma, e então uma boa reflexão pessoal começará, a que mais tarde se seguirão conversas, discussões, posicionamentos e, em muitos casos, cartas dizendo que essas ideias andavam a pedir forma, que já era hora de que o escritor se pusesse ao trabalho, e graças lhe damos por fazê-lo com tão admiráveis resultados.

Este último romance de José Saramago, que não é muito extenso, nem poderia sê-lo porque necessitaríamos mais fôlego que o que temos para enfrentar-nos a ele, é literatura em estado puro. Dentro de pouco tempo podereis lê-lo em português, castelhano e catalão, e então vereis que não exagero, que não me move nenhum desordenado desejo ao recomendá-lo: faço-o com a mais absoluta subjectividade, porque com subjectividade lemos e vivemos. E falo aos amigos, porque esta carta apenas a eles vai dirigida. Com muita alegria.

Felicidades a todos os leitores: um ano depois de A Viagem do Elefante temos outro Saramago. São três livros em um ano, porque também há que contar com O Caderno, o livro que vamos lendo aqui em cada dia. Não podemos pedir mais, o nosso homem cumpriu, e de que maneira. A idade, amigos, aguça a inteligência e agiliza a capacidade de trabalho. Que sorte a nossa, leitores, de ter quem nos escreva.

Pilar del Río



Escrito por alexandre cimatti às 10h32
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ARNALDO ANTUNES   LONGE   CD    IE IE IE 2009

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À FLÁVIA
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Mas é claro que eu te amo. Mas amor não basta. É preciso harmonia no pensamento, simetria na forma, paridade no ideal, equilíbrio na corda bamba, um meio de vida, meio pra viver no meio: vida ao meio.

Mas é claro que eu morro de saudades. Mas sempre renaço depois, sempre dou um jeito de fugir, sempre apareço no último minuto e desapreço logo em seguida, por conta dos contos que não tenho pra apagar as contas, por contos e cantos que não faço pra pagar seus encantos.

Mas é claro que vou te ver. Mas antes terás que me esquecer, terás que esquecer o que já viste em mim, o que já vestiste em mim, terás que esquecer o que já fui em ti, o que já dei de mim e o que te roubei em você. Terás que rever.

Mas é claro que vou-me embora. Como sempre fui, como sempre vais, como sempre iremos. Embora não queiramos, embora não pretendamos, embora não sintamos, embora não façamos, embora não perdamos, embora não amanheçamos, embora não anoiteçamos, embora não prevejamos, vamos sempre embora.

Mas é claro!

...

.

 

 

.

.



Escrito por alexandre cimatti às 19h48
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manhã de primavera,

versos vertem

em nosso jardim

 

(máh e alê)



Escrito por alexandre cimatti às 11h37
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LOVE WAY

 

 

In sunny day,

I get away:

Insane day.

 

‘Cause you slave me again,

I can’t sleep today.

Maybe, for a dream to pay.

But i’m still the same

Insane to say:

You slay my way.



Escrito por alexandre cimatti às 11h33
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A GRIPE A E A ECONOMIA DE MERCADO

 

 

 

 

            Desde minha adolescência, quando comecei a me interessar por assuntos filosóficos e geopolíticos, me pergunto por que uma sociedade tão cientificamente avançada, que pode chegar à lua, que faz cirurgia cerebral e que se comunica com qualquer pessoa a qualquer momento em qualquer ponto do mundo, não consegue curar uma simples gripe.

            Muitos dirão que a gripe não é realmente importante, pois sempre esteve aí e sempre sobrevivemos a ela. E eu lhes replicarei: e os tantos índios que morreram e continuam morrendo por esta e muitas outras doenças tão inofensivas. Mas então continuaram dizendo que as poucas tribos ainda existentes – e realmente indígenas – estão tão isoladas que seria impossível, para o homem branco, transmitir a seu povo qualquer vírus ou bactéria. No entanto eu continuo replicando. E a gripe espanhola.

            Pois é, a gripe espanhola nos deu um bom exemplo do que o descaso com qualquer tipo de alteração no estado de saúde da população e a falta de informação pode causar. Eu mesmo, depois de passar quatro dias com febre e tosse, descobri, através de um médico, que 70% dos casos de gripe são infecções pelo vírus do tipo A, que é a mais forte. Ele também me esclareceu que nem mesmo o TAMIFLU, remédio tão amplamente difundido e receitado, tem eficácia comprovada. E que, por isso, eles só encaminham para análise os casos realmente graves e de risco maior. Isto quer dizer, meu caso, como o de muitos, não merecia mais cuidados. Não me aconteceu nada de mais grave, mas infelizmente sabemos de alguns casos de pacientes considerados fora de risco e que vieram a falecer mais tarde. Mesmo tipo de pensamento que nos trouxe a gripe até os dias de hoje, e cada vez mais forte e fatal. A idéia de que é só uma gripe, que basta cama e vitamina C como remédio, e que nem licença médica merece.

            Pois bem, este tipo de leviandade tem fazendo crescer, crescer, crescer e crescer muito os lucros de empresas farmacêuticas. Principalmente para essas empresas a cura da gripe nunca foi nem nunca será imprescindível, afinal basta tirar algumas pequenas migalhas dos centenas de milhões de gripados todos os anos tratando de seus sintomas em vez de agir na causa.

            É isso, meus amigos, enquanto a economia de mercado for mais importante que o indivíduo humano e a informação continuar privilegiando os “escolhidos” do capital, continuaremos a ser vítimas fatais do descaso e da falta de senso coletivo.



Escrito por alexandre cimatti às 10h31
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TODOS OS CAMINHOS...

(à Máh Luporini)

Passando por Roma,

descubro um aroma

que, antes, já me tocara;

Numa rua qualquer,

noutra romã, noutra mulher.

.

Saindo de Roma,

descubro outros humores:

donde, antes,  eu já rumara,

pra arrumar gavetas,

pra limpar gametas. Outras dores de proveta.

.

E aproveito pra dizer:

"Amadores vêem e vão,

como rumores de Sião.

São como as Minas do Rei Salomão:

ora são boatos favoráveis,

ora (faça-me o favor!!) são só

batatas".

.

Mas o aroma de romã em outra rua romana

não matou minha mulher.

.

Nem mesmo os novos rumos e os novos humores

desarrumaram minha gaveta.

 .

Todo o palpite permanece eterno,

té mesmo o mais travessado.

E todos seremos internos.



Escrito por alexandre cimatti às 10h38
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Belchior - Hora do Almoço

http://www.youtube.com/watch?v=Wt2gC1YWyvI

ACHO Q VÔ ATRÁS D BELCHIOR...

 

E, em 1990, me vieram alguns versos:

"afinal,

eles são:

a água e o fogo,

o frio e o quente,

o prazer no jogo,

contra o bicho e contra a gente."

(setembro de 1990)

e ninguém deu atenção.

 

Desde então, muitos outros me vieram, mas, volta e meia, aqueles ainda me vêem. E ninguém lhes dá atenção.

 

Belchior, volta não!

                                                            Decepção

 

Belchior - Na Hora do Almoço



Escrito por alexandre cimatti às 11h21
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BLOG

Maravilha da comunicação. O que seria dos pobres pensadores, anônimos ou não, não fosse essa invenção, que tanto alívio tem trazido aos angustiados de plantão. Eu próprio, um desses, passei, hj, a tarde toda a frente de um pc, lendo  blogueiros amigos, ou q eu admiro sem se quer se darem por minha existência. O mais engraçado é q alguns destes blogs de personas lejas  q acompanho já parecem pertencerem a parentes muito mais próximos q os de sangue. Leio-os como se me comunicasse com uma irmã querida ou um irmão mais velho. Dos Blogs de amigos queridos então... nem se fala. Leio-os com prezer tamanho, q, às vezes, me sinto como se estivesse a dialogar com seus autores. Hj, por acaso, uma poeta blogueira, q não escrevia havia seis meses, resolveu honrar a rede, já tão empobrecida de boas palavras e idéias, com seus versos livres e libertários. Tenho comigo q esta é uma nova retomada da linguagem literária, já q o telefone, há algum tempo, havia diminuido as distâncias com mais eficácia. Eu, como escritor nato - sempre escrevi bobagens como diários, poemas, letras de canções, fábulas: coisas sem importância -, fazia questão de me comunicar por meio de cartas com quem se dispusesse a tal cuidado e atenção. Fiz isto por muito tempo, até que descobri as verdadeiras vantagens da rede como instrumento. Tentei até convencer um bravo amigo, resistente às inovações tecnológicas, do poder da comunicação instantânea, mas não houve jeito: o filha da mãe, hj ainda, mal usa o correio eletrônico. Até há algum tempo, tbm achava q esta ferramenta iria separar definitivamente as pessoas. Ela realmente me separaou, mas de todas as q nunca fizeram questão de ler ou serem lidas. No entanto, vi aumentar, gradativamente e significativamente, meu círculo de relacionamentos, principalmente os  com quem tenho algum tipo de afinidade, sendo a maior o culto à palavra escrita, e, logicamente, ao verso. Enfim, o blog é o alívio dos angustiados. Menos prozac e gardenal e mais Comunicação.  



Escrito por alexandre cimatti às 19h30
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DE VAGAR (ou flanando em SJC)

Ao amigo Thiago José Diogo (Viva a vadiagem!)

 

 

O poeta é um vagal

Vaga por aí em vagões

E vagueia em vagas que vão e vêem (não em vão)

 

Divaga quando há vaga pr’um passamento

(mesmo que pensado).

 

De vagar em vagar

Leva a vida com vagar

 

E assim, o poeta vai,

Vagando o mundo...

Vai, Vaga Mundo!



Escrito por alexandre cimatti às 11h04
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Azul

Composição: Djavan

Eu não sei
Se vem de Deus
Do céu ficar azul
Ou virá
Dos olhos teus
Essa cor
Que azuleja o dia...

Se acaso anoitecer
E o céu perder o azul
Entre o mar e o entardecer
Alga marinha, vá na maresia
Buscar ali um cheiro de azul
Essa côr não sai de mim
Bate e finca pé
A sangue de rei...

Até o sol nascer amarelinho
Queimando mansinho
Cedinho, cedinho (cedinho)
Corre e vá dizer
Pro meu benzinho
Um dizer assim
O amor é azulzinho...

Até o sol nascer amarelinho
Queimando mansinho
Cedinho, cedinho cedinho
Corre e vá dizer
Pro meu benzinho
Um dizer assim
O amor é azulzinho...



Escrito por alexandre cimatti às 14h51
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POEMA DE UMA TARDE

.

.

.

.

no mar, no lar ou no bar,

amar é minha batalha;

minha palavra a desarmar.



Escrito por alexandre cimatti às 17h14
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Friday I'm In Love

(Smith/Gallup/Thompson/Willians/Bamonte)

I don't care if monday's blue
Tuesday's grey and wednesday too
Thursday i don't care about you
It's friday i'm in love

Monday you can fall apart
Tuesday wednesday break my heart
Thursday doesn't even start
It's friday i'm in love

Saturday wait
And sunday always comes too late
But friday never hesitate

I don't care if monday's black
Tuesday wednesday heart attack
Thursday never looking back
It's friday i'm in love

Monday you can hold your head
Tuesday wednesday stay in bed
Oh thursday watch the walls instead
It's friday i'm in love

Saturday wait
And sunday always comes too late
But friday never hesitate

Dressed up to the eyes
It's a wonderful surprise
To see your shoes and your spirits rise
Throwing out your frown
And just smiling at the sound
And as sleek as a shriek
Spinning round and round
Always take a big bite
It's such a gorgeous sight
To see you eat in the middle of the night
You can never get enough
Enough of this stuff
It's friday
I'm in love

I don't care if monday's' blue
Tuesday's gray and wednesday too
Thursday's i don't care about you
It's friday
I'm in love

Monday's you can fall apart
Tuesday's,wednesday's break my heart
Thusrday's doesn't even start
It's friday
I'm in love



Escrito por alexandre cimatti às 10h28
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O blues de J.J. Jackson - SESC Taubaté - 30 de Julho às 20:30h

Fernanda Mariano

 

Divulgação


Um dos mais importantes fiéis escudeiros do gênero, músico faz de sua apresentação uma grande brincadeira com a voz e a música

O blues exerce influência na música mundial, e isso ninguém contesta. Mesmo com as interferências de sons que surgem e se integram aos estilos modificando bases e padrões, tal frequência baixa de interpretação expressiva permanece e continua a ganhar adeptos. Um dos mais importantes fiéis escudeiros do gênero realiza show em Taubaté para arrebatar apreciadores.

Carismático e sempre com sorriso no rosto, J.J. Jackson faz de sua apresentação uma grande brincadeira com a voz e a música. Faz pose, piada, se diverte com a plateia. Tem um visual à la Ray Charles, mas prioriza o seu estilo acima de tudo. "A música hoje está mais pop; o blues é fiel e mais saudável, esse é seu diferencial", comenta o intérprete. Em turnê por diversas cidades do Brasil, o artista estava em Ribeirão Preto na última quarta enquanto atendia a reportagem da Folha da Região, por telefone.

O envolvimento com a brasilidade é completo. Atualmente, retorna para os Estados Unidos apenas uma vez por ano, para shows e contato com a cultura nativa.

"O Brasil me atrai por sua música, muito rica e bela, essa arte que é desenvolvida aqui é envolvente", diz em português supercompreensível.

Também, são mais de 20 anos vivendo por aqui, com parceiros e músicos brasileiros. "Eles têm um ritmo diferenciado, a minha banda é ótima, e eu a levo para os Estados Unidos e para outros países sempre que sou convidado", informa.

A história de J.J. Jackson com o Brasil começou por acaso, em 1980, após temporada no México com um grupo chamado Irmãs Montezzi, composto por três bailarinas e cantoras brasileiras. Recebeu convite delas para passar dias ensolarados no País.

"Foram férias que se prolongaram; seis meses depois estava entre vindas e idas entre Brasil e Estados Unidos, e fui ficando cada vez mais por aqui", conta.

Para J.J. Jackson, o Brasil tem tudo a ver com o blues. "Aqui existem ótimos 'bluseiros', que fortalecem e defendem o estilo. Sabem o que fazer, porque fazem como devem fazer."

CARREIRA

J.J. Jackson vive da música desde os 15 anos de idade. Nascido em Arkansas, nos Estados Unidos, filho de militar, morou em várias cidades do país, inclusive em Seattle, onde estudou na mesma escola do lendário guitarrista Jimi Hendrix, com quem integrou a primeira banda chamada Rockin' Teens, época que ele diz que marcou a sua vida.

Pela estrada, o norte-americano teve a oportunidade de encontrar outros ícones. Dividiu palco com artistas consagrados, como B.B. King e Lightinin Hopkin.

"Dividi e aprendi muito com as pessoas que passaram por minha vida. Tenho respeito com o trabalho deles e escutá-los é sempre uma aula de como fazer música."

No Brasil, participou como compositor e intérprete de diversas trilhas sonoras de novelas, como "Bebê a Bordo", "Vamp", "Salvador da Pátria", "Rainha da Sucata", e outras, além de jingles para grandes marcas do mercado nacional.

O seu trabalho no Brasil rendeu-lhe, no dia 31 de março de 2001, o título de "Personalidade Brasileira 500 Anos" pelo Conselho de Honrarias e Méritos do Brasil, em cerimônia realizada no Teatro Municipal de São Paulo, ao lado de grandes nomes da cultura nacional.

Serviço

As entradas têm valores entre R$ 3 e R$ 12. A recomendação etária é de 14 anos.
O Sesc Taubaté localiza-se à avenida Engenheiro Milton de Alvarenga Peixoto, n° 1264, Esplanada Santa Terezinha. Informações (12) 3634-4000.



Escrito por alexandre cimatti às 09h10
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Patropi


Pra você ver!
Cerveja, bola,
Samba e bunda.
Como é bom ser brasileiro!

Lá no Congo, tem nego morrendo de fome.
Lá na China, tem gente trampando demais.
Na Europa, tem homem trepando com homem.
Lá no norte, na América, o que mais? O que mais?

Pra você ver!
Cerveja, bola,
samba e bunda.
Como é bom ser brasileiro!

Cerveja, bola,
Samba e bunda.

Cerveja.
Bola.
Samba.
E bunda.

E o que mais?

Pra você ver!



Escrito por alexandre cimatti às 18h35
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unifacetário

 

quando eu nasci,

um anjo roto,

desses que trabalham muito,

desceu e disse:

"cimatti, vais ganhar o mundo,

mas com labuta e seriedade".



Escrito por alexandre cimatti às 10h25
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